Getting your Trinity Audio player ready...

Cada embarcação que participa da Refeno carrega uma história que vai muito além da travessia entre Recife e Noronha. São histórias de pessoas, encontros, desafios, viagens e escolhas que fazem do mar parte da vida. Por isso, nesta série, abrimos espaço para conhecer um pouco dessas histórias, uma embarcação de cada vez.

Para Guilherme Araujo, a Refeno ganhou um novo significado dois anos depois da primeira participação. Em 2024, ele fez a travessia ao lado da mulher, Deni, que encarou o medo para realizar com ele o sonho de chegar velejando a Fernando de Noronha.

Foram 38 horas de travessia, das quais Deni passou 35 dentro da cabine, sem sair para nada. Mesmo assim, chegou à ilha encantada e decidiu que queria repetir a experiência — mas, desta vez, em família.

É isso que acontece na 37ª Refeno. Ao lado do casal estarão os três filhos: Vini, de 19 anos, Henrique, o Kiki, de 16, e Ricardo, o Dudu, de 12. Em 2024, eles acompanharam a regata de casa, pela transmissão. Agora, estarão a bordo.

O barco também é outro. Depois de fazer a primeira Refeno em um monocasco, Guilherme parte para a segunda participação com o Gingado, um catamarã Excess 11. O nome combina com a proposta da família: velejar bem, aproveitar o caminho e, principalmente, viver juntos a experiência.