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Cada embarcação que participa da Refeno carrega uma história que vai muito além da travessia entre Recife e Noronha. São histórias de pessoas, encontros, desafios, viagens e escolhas que fazem do mar parte da vida. Por isso, nesta série, abrimos espaço para conhecer um pouco dessas histórias, uma embarcação de cada vez.
Há quem veja as 300 milhas até Fernando de Noronha como uma disputa contra o relógio. Mas quem conhece a Refeno sabe muito bem que se trata de muito mais que isso. Como a turma do Tupã (BA). Para eles, a travessia também é feita de encontros, amizades e momentos que começam muito antes da largada.

Comandado por Wlademir Juliano Treis, skipper experiente em travessias pelo litoral brasileiro, pelo Atlântico e pelo Mediterrâneo, o veleiro de 46 pés foi preparado para longas navegações, reunindo autonomia, segurança e conforto para enfrentar o mar aberto.
Na Refeno 2026, o propósito permanece o mesmo: navegar, reencontrar amigos, fazer novas amizades e aproveitar cada momento da jornada.
Porque, para quem está a bordo do Tupã, chegar a Noronha é parte da história. A melhor parte começa muito antes da linha de chegada.
